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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Escola,a Indisciplina e o Portador do TDA/H


O professor deve conduzir os alunos com arte, de sorte que lhes faculte e assegure a oportunidade da descoberta por si próprios, algo “novo”, segundo ele, para a criança hiperativa ou indisciplinada, pode haver,  alegria maior do que a de um descobrimento? PITÁGORAS sacrificou uma hecatombe às musas por lhe haverem concedido o privilégio do descobrimento (ou talvez, redescobrimento) do teorema que traz ainda hoje seu nome. O aluno, que descobriu algo “novo”, fica ansioso e motivado se houver um feedbek para novas descobertas. Assim, se empenhará ao trabalho com redobrado interesse e afinco. Se, em verdade, nada descobriu de realmente novo, e não havendo perspectiva de novas descobertas, tenderá ao desânimo, pois a rotina  e a dificuldade na realização de alguma tarefa, tanto para crianças, ‘indisciplinadas’ ou portadoras do TDA/H trazem o desestímulo.
O que vem chamando a atenção dos alunos, nas escolas, são os laboratórios de informática, onde eles podem  usar os recursos  da computação para várias tarefas, como comando de entrada e saída de dados, de repetição e alguns algoritmos matemáticos, construções gráficas com uma ou duas variáveis, além de poder alterar as características dos gráficos como cor, título e contra-domínio entre outras ações do sistema.
Para Piaget (1998) cabe à sociedade fixar os objetivos da educação que ela fornece às gerações ascendentes. Segundo o autor, é o que ela faz sempre de modo soberano, e de duas maneiras: Fixa-os inicialmente de uma forma espontânea por meio dos imperativos da linguagem e se transformam, plasmando cada nova geração no molde estático ou imóvel das gerações precedentes, que não absorveram o ar do mundo globalizado, que hoje exige velocidade nas ações do indivíduo, que muitas vezes a sua hiperatividade, nada tem de anormal e a indisciplina é apenas a exigência do tempo corrido.

O ensinamento desenvolvido pelos pais e a aprendizagem construída atualmente pelos filhos, seja na Matemática, informática ou em qualquer outra disciplina possuem limites e, para superá-los, as crianças são levadas  à escola, onde tem acesso a aspectos essenciais da sua própria, e outras culturas - importante fator para o seu desenvolvimento intelectual e social.

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